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Fazendo bem a quem te ama!

Dicas e Cuidados

Cataflan pode matar seu animal

A intoxicação medicamentosa causada pela má administração de remédios de uso humano em animais de companhia é mais comum que se possa imaginar. Isso porque as pessoas acreditam piamente que esses animais possuem a mesma estrutura digestiva que os humanos e que, portanto, ao administrar os mesmos medicamentos em doses menores estarão ajudando ou solucionando o problema.

Algumas substâncias consideradas fracas e inofensivas aos humanos são extremamente prejudiciais aos animais, como os antiinflamatórios Cataflan, Voltaren e Tandrilax, feitos à base de diclofenato (sódico ou potássico).
Esses medicamentos podem até levar o animal à morte por úlceras gástricas e intestinais. Um simples AAS (Acido Acetilsalicílico) pode causar uma séria gastrite e medicamentos à base de sulfa podem causar a morte de seu gato.

Outra causa comum de intoxicação é o uso de medicamentos para gatos aos cães e vice-versa, pois o metabolismo das duas espécies são muito diferentes. Remédios para sarnas de cães, por exemplo, são nocivos aos gatos e antitérmicos à base de dipirona fazem mal aos gatos e não aos cães.

Qualquer medicamento que contenha a palavra DICLOFENACO em seu princípio ativo ("nome do remédio" que é o nome usado nos genéricos  ou que geralmente vem abaixo do nome fantasia na caixa). Assim, não só o CATAFLAN como também o VOLTAREN, seus similares e genéricos também são tóxicos para cães e gatos.

O ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO (melhoral, aspirina, AAS e MUITOS OUTROS que contém esse produto em sua fórmula)  são tóxicos para gatos.
Eles podem ser usados em tratamentos, mas apenas em doses controladas, que deverão ser estabelecidas por um veterinário, que deverá acompanhar o caso.

Nunca medique seu animal por conta própria!! Consulte sempre o veterinário.

 

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Castração protege seu animal de doenças

Se você tem um pé atrás quando o assunto é castração, não hesite mais. A medida é amplamente defendida pelos especialistas que querem o bem do seu animal e por ótimos motivos. Nas fêmeas o procedimento reduz consideravelmente o risco de tumores de mama e infecções no útero, que são muito comuns, enquanto no macho afasta problemas na próstata.

Você só deve prestar atenção no período mais indicado para a esterilização. O ideal seria que tanto cães quanto gatos de ambos os sexos se submetessem a ela antes do primeiro cio, que ocorre entre o quarto e o sexto mês de vida, quando os hormônios entram em ebulição. Depois disso, sobretudo no caso de cadelas e gatas, a cirurgia já não funciona tão bem para evitar as doenças.

Você receia a operação? Fique tranqüilo. A castração não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, embora represente um pequeno risco, como qualquer cirurgia. Ela é feita com anestesia geral e dura cerca de uma hora e meia.

Por meio de uma pequena incisão removem-se os testículos ou os ovários e o útero. O animal não precisa ficar internado e a recuperação é rápida. O único cuidado pós-cirúrgico é usar uma proteção local contra uma eventual agressão bem ali. Depois de sete dias os pontos já podem ser retirados.

O pré-operatório também é simples, consiste em exames clínicos e laboratoriais, como hemograma, além de testes de função renal e hepática. Se achar necessário o veterinário pedirá ainda uma avaliação cardíaca. Tudo para aumentar ainda mais a segurança do procedimento.

Além das vantagens para a saúde, a esterilização muda para melhor o comportamento do animal. Para começar, fica menos saidinho, o que poupa o dono do constrangimento de vê-lo se esfregando no pé do sofá ou na perna da visita. De quebra, a agressividade diminui e, no caso dos machos, ele deixa de urinar em todos os cantos da casa para delimitar seu território.

 

SAIBA POR QUE A ESTERILIZAÇÃO EVITA O SOFRIMENTO DE TANTOS ANIMAIS


 As ruas estão repletas de cães e gatos (fêmeas e machos) que, na sua grande maioria, foram abandonados à própria sorte por seus donos por serem fruto de ninhadas indesejadas. Muitos deles acabam atropelados, envenenados, maltratados ou tendo uma vida miserável até o final dos seus dias. Sem contar aqueles que fogem para cruzar e nunca mais conseguem voltar para casa.

 

Por que a esterilização dos animais é importante?

A esterilização (ou castração) é uma solução emergencial para diminuir a procriação descontrolada e, conseqüentemente, a superpopulação de cães e gatos.

Milhares de animais hoje vivem abandonados nas ruas, passando todo tipo de privação e sofrimento por causa deste descontrole reprodutivo. Esterilizar um animal é o maior exemplo de compaixão e consciência que você pode dar.

 

NÃO FIQUE NA DÚVIDA. SAIBA TUDO SOBRE A ESTERILIZAÇÃO.



O que é a esterilização?

A esterilização é uma cirurgia de rotina que consiste na remoção completa e indolor dos órgãos com funções exclusivamente reprodutoras.Nas fêmeas, acontece a retirada do útero e dos ovários, não ocorrendo mais o cio. Nos machos, é feita a retirada dos testículos, deixando-se a bolsa escrotal vazia.

A cirurgia de esterilização é dolorosa?

A cirurgia é realizada sob anestesia geral por um veterinário. O animal não sente nada durante o procedimento. A maioria regressa à sua atividade normal entre 24 e 72 horas. São fornecidos analgésicos para o período pós-operatório.

A cirurgia de esterilização é perigosa?

A esterilização é realizada sob anestesia geral,que é um procedimento que sempre envolve algum risco para qualquer animal. No entanto, a esterilização já é uma cirurgia de rotina, por tanto é segura sempre que realizada por um bom veterinário.

Esterilizar não sai caro?

Os preços podem variar, dependendo do veterinário ou do porte do animal. A cirurgia na fêmea é um pouco mais cara, por ser um procedimento mais delicado.

Lembre-se: se comparado aos gastos de repetidas idas ao veterinário para tratar de ferimentos por brigas ou atropelamento por vagar pelas ruas, ou despesas com doenças adquiridas na baixa de imunidade ocasionada no cio, ou ainda com os custos de uma ninhada indesejada que vai precisar de cuidados e alimentação, o investimento em esterilização é MÍNIMO. Mesmo a repetição da medicação anticoncepcional, a longo prazo, se torna mais caro do que a esterilização.

Será que o meu animal não é muito velho para ser esterilizado?

A menos que o seu animal tenha problemas de saúde, a esterilização é segura e um procedimento de rotina. No entanto, o veterinário deverá examiná-lo antes da cirurgia para determinar se existe algum problema de saúde. Os animais maduros também tiram proveito dos benefícios da esterilização.

Fonte: http://www.olharanimal.net

 

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Como aquecer os animais no frio

Muitas pessoas acham que colocar roupinha em seus animais estará ajudando a aquecer do frio, mas muitas vezes estas roupas são desconfortáveis e podem causar perigo á saúde deles, por isso conheça outras formas de aquecer o seu animal.

O animal já tem a sua pelagem que o protege, por isso não tem a necessidade de colocar roupa que você julgue quente nele, mesmo que o cachorro tenha menos pêlo. É claro que tem pessoas que exageram por isso uma capinha apenas já é o bastante.

Existem pessoas que montam um guarda-roupa completo para o seu cão, com direito á cachecol e tudo, mas isso não tem necessidade, pois muitas vezes quando o animal vai tentar se desfazer da roupa ou do apetrecho pode acabar se enforcando.

Para que você identifique se o cão está com frio ou não, primeiramente veja se ele treme, depois coloque a mão em seu focinho, se estiver muito gelado é porque realmente ele está com frio. Mas se o seu cão é peludo, ou então é menos peludo, mas é mais gordinho, com certeza você não precisará colocar roupa nele.

Não se esqueça que alguns tecidos, como os sintéticos ou os de lã, podem causar alergias no seu cão ou gato piorando assim a situação. Lembrando que sapatos jamais podem ser colocados nos cães, pois nas patas eles têm milhares de receptores que mandam informações essenciais para o cérebro do animal.

Então para aquecer o seu animal brinque com ele sempre que possível, pois os animais sedentários normalmente sentem mais frio do que os que são mais ativos. O metabolismo dos cães precisa estar mais acelerado para que eles possam se aquecer, por isso dê um pouco mais de ração para ele, mas tome cuidado com os exageros.

Em gatos e pássaros, não dê banhos e evite que eles fiquem expostos ao vento, deixando por pouco tempo no sol. Para os pássaros coloque um lençol para que eles não fiquem expostos ao frio da noite.

 

Fonte: http://www.hiperativo.com/como-aquecer-os-animais-no-frio/

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Como lidar com cães hiperativos

O cão é considerado hiperativo quando seu comportamento é acelerado o tempo todo, o que dificulta o relacionamento com seus proprietários. Este nível de atividade é determinado pela raça, idade, sexo, condição corporal, entre outros fatores. Por ser uma medida subjetiva, está sujeita a disparidades de opiniões entre veterinários. Não existe uma linha que separa claramente um cão normal de um cão hiperativo.

A hiperatividade geralmente já pode ser observada pelo comportamento do filhote: aquele que vai correndo quando cada pessoa aparece, pula sem parar, lambe e brinca, tem maiores chances de ser um cão hiperativo. E geralmente é este filhote que nos encanta, e que acabamos levando pra casa!

Existem algumas causas que podem desencadear este distúrbio, tais como alergias alimentares ou aumento de alguns hormônios, como o estrógeno, por exemplo. No geral, o que acontece atualmente é que raças selecionadas para trabalho, que suportam uma atividade intensa e que devem ser hiperativos para exercerem sua função, foram para dentro de nossas casas, e agora são animais de companhia. Sem atividade suficiente, o cão começa a destruir objetos, tentar chamar a atenção do dono o tempo todo, e até mesmo desenvolver comportamentos compulsivos, como lamber as patas ou correr atrás do rabo, sem parar.

Algumas dicas para lidar com o cão hiperativo:

• A educação é fundamental: imponha limites, ensine comandos e estabeleça uma rotina para seu cão. Dê atenção e carinho para ele. Se ficar com dúvidas ou tiver dificuldades, consulte um profissional;

• Exercício constante: além de queimar energia, ajuda na produção de substâncias e hormônios que aumentam a sensação de bem estar. Procure fazer caminhadas, e brincadeiras bem animadas. É uma das melhores maneiras de interagir com seu cão, de forma agradável e saudável;

• Recompense comportamentos que aliviam a ansiedade: se o seu cão busca um brinquedo toda vez que alguém chega, e fica mordiscando-o enquanto recebe carinho, recompense-o e estimule este comportamento. É uma maneira que o cão encontrou de aliviar a ansiedade pela chegada daquela pessoa.

É importante ressaltar que um cão hiperativo precisa de atividade e atenção. Muitas vezes, esses cães acabam ficando longe do convívio social, por serem difíceis de controlar. Neste caso, procure ajuda de um profissional. O cão merece conviver com os membros da família, e cabe a nós fazermos desta relação a mais harmoniosa possível.

 

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/

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Como lidar com cães idosos

A incontornável velhice é uma fase inevitável na vida de um cão e, tal como nos humanos, requer cuidados e atenções específicas. Acautelados os aspectos físicos, garante maior qualidade de vida, tão ou mais importante é manter o animal ativo alimentando-lhe o espírito com estímulos mentais e momentos de prazer.

O que se perde

Com a idade, os cães vão perdendo capacidades físicas. Revelam menos energia, dedicam mais tempo ao sono e ao descanso, perdem a acuidade visual e auditiva, perdem o pêlo, começam a sofrer das articulações e, no geral, tornam-se menos ativos, não sendo raros os sinais até de senilidade.

O que se mantém

Intacto fica o amor pelo dono, a sua dedicação, os ciúmes quando não recebem atenção ou são preteridos em benefício de outro cão, o interesse pelo desconhecido, a curiosidade pelo que os rodeia, o apetite por explorar novos terrenos e, o mais importante, a capacidade e até a vontade de aprender novas coisas. E aqui reside o maior trunfo para uma vida feliz e gratificante ao lado do dono. Mas isso implica que o treino mental não cesse e seja estimulado até ao fim.

Mais feliz, mais anos de vida

Quanto mais feliz, ativo e mentalmente exigente é o quotidiano do animal, mais anos e com maior capacidade se manterá pela vida fora. Nada de descuidar dos treinamentos básicos, desde que não haja impedimentos físicos, deve-se manter o exercício físico para ajudar a tonificar os músculos e dar desenvoltura às articulações.

O que é novo é bom

Ao treino de sempre vá acrescentando novas tarefas e diferentes desafios, tendo, sim, em conta as limitações do animal, de forma que sejam exequíveis. Só assim, podendo cumprir o desejado pelo dono, o cão se sentirá útil e feliz. Não se coíba de lhe ensinar coisas novas e diferentes e de introduzir novas brincadeiras.

Ainda que possa demorar mais tempo a aprendê-las, ficará surpreendido com o empenho do animal e com os seus resultados. Afinal, o ditado que afiança que burro velho não aprende línguas, nada diz sobre os cães. Novos brinquedos ou brincadeiras com objetos diferentes são sempre bem-vindos. Não o afaste de outros animais, mesmo que sejam cachorros impertinentes, pois, em cães com vidas estimulantes, a sociabilidade e a curiosidade não se perdem com a idade e são bons estímulos que o mantêm desperto e ativo.

Exigências e manias

Algumas coisas mudam efetivamente.

— O cão pode rosnar em situações normais que, agora, o incomodam de forma diferente, como é o caso de quando é surpreendido no meio do sono, por exemplo.

— Pode ter de mudar de ração, para uma mais facilmente mastigável e digerível e ter de lhe somar complementos de vitaminas, de sais minerais e de ácidos gordos essenciais.

 — Proporcione-lhe uma cama de fácil acesso, fofa e confortável, que não lhe machuque as articulações.

Chegando ao fim

Embora a decisão de trazer outro cão para a casa deva ser cuidadosamente pensada, muitos proprietários acham que um filhote pode dar a um cão idoso uma sobrevida. Embora sinta que jamais poderá substituir um cão idoso, um filhote pode ajudar quando da separação de seu velho amigo.

Certamente uma das decisões mais difí­ceis que um proprietário de cachorro tem a tomar é colocar um fim à vida de seu cão. Com sorte o fim virá em paz, em casa, durante o sono, mas para muitos cães é diferente.

Para cães que estão levando uma qualidade de vida ruim, sofrendo de doenças terminais ou que estão sofrendo dores constantes, é justo oferecer um fim rápido e indolor. Você deve discutir isso seriamente com o veterinário para que ambos concordem que eutanásia é o melhor fim para o cão. Deixe com que seu veterinário saiba o que pensa para não haver um desentendimento. No caso de cães, eutanásia é feita através de uma injeção indolor que faz efeito em poucos segundos.

A perda de um companheiro nunca é fácil e é difí­cil aceitar que seu cão não irá durar para sempre. Você pode fazer o máximo, com paciência e carinho, para que os últimos anos de seu cão sejam o mais confortável e divertido possí­vel.

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Como lidar com cães surdos

Um cão pode nascer surdo (causa genética) ou pode perder a audição com a idade ou devido a doenças.

Se notar que o seu cão, quer seja apenas um filhote ou um adulto perfeitamente integrado na família, não responde quando o chamam; ou responde apenas quando está virado de frente para você, dorme mais do que o habitual, não acorda senão quando tocado, se vira na direção errada quando o chamam, abana a cabeça ou coça as orelhas muitas vezes, pode estar perante sinais de surdez.

Sabe-se que  mais de 30 raças caninas são predispostas a surdez congênita, são elas: akita, american staffordshire terrier, australian heeler, beagle, border collie, Boston terrier, boxer, buldogue inglês, Bull terrier, cão de ibiza, Cocker spaniel americano, collie, cão leopardo de catahoula, dachshund salpicado, dálmata, doberman, dogo argentino, dogue alemão, dunkerhound norueguês, foxhound, foxhound americano, fox terrier, grande pirineu.

Os cães com problemas auditivos podem ser treinados através de sinais, eles podem aprender até 50 sinais. O cão aprenderá rapidamente a procurar sinais em suas mãos  e expressões faciais. A comunicação gestual tem dado grandes resultados.

Importante: não deixe seu cão solto na rua, pois ele não ouvirá e poderá se acidentar quando um carro se aproximar.

Dicas para lidar com um cão surdo:

1 – Aprenda a se comunicar com o seu cão

2 – Faça-o sempre saber que está por perto

3 – Seja sempre gentil

4 – Treine-o com muitas recompensas e encorajamento

 5 – Permita que ele se aproxime de estranhos farejando primeiro as suas mãos
6 – Vedar os espaços exteriores onde o cão vive é essencial para a sua segurança
7 – Estabeleça um treino regular e contínuo

8 – Ame-o e aceite-o com as suas necessidades especiais

9 – Prenda-o  dentro de casa para o ajuste inicial, educação básica, relacionamento e segurança dele

10 – Nos passeios, mantenha-o sempre na guia e perto de você, dá segurança a ambos.

11 – Coloque uma etiqueta na coleira com o nome e os seus contactos e a menção de “SURDO”.

 

Fonte: Vet Therapy

 

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Adoção Consciente

O que você precisa saber ao adotar um animal

Antes de adotar um animal, tenha certeza de que:

Sua casa ou apartamento tem espaço suficiente para a espécie escolhida;

Você está realmente disposto a cuidar dele por toda a vida. Cães e gatos chegam a viver de 10 a 20 anos;

Nas suas férias e períodos de ausência haverá pessoas para cuidar dele;

Toda a família está de acordo em receber o novo integrante;

Você está disposto a arcar com as despesas de um animal. Além de amor, alimentação e abrigo, ele vai precisar eventualmente de cuidados veterinários e remédios;
Ele é um ser vivo e sensível, não um produto que pode ser trocado ou jogado fora ao apresentar “problemas” ou tornar-se “obsoleto”;

Se você mora em apartamento ou numa casa com um pátio pequeno, analise se você terá tempo e disponibilidade para passear com ele. Animais necessitam de exercício físico com regularidade;

Ele não ficará sozinho em casa por longos períodos. Cães deixados presos latem, choram, ficam estressados e, com isso, acabam “aprontando” para se distrair.

 

POSSE RESPONSÁVEL

 

Como cuidar do seu animal de estimação

Cães:

Os filhotes devem ser vacinados a partir dos 2 meses com a vacina V8 ou V10 que protege contra cinomose, hepatite, leptospirose, coronavirose, parvovirose e parainfluenza.

Aos 3 meses deverá receber um reforço da V8;

Aos 4 meses deverá receber outro reforço da V8 e a vacina contra raiva;

Após 1 ano de idade, os animais devem repetir anualmente a V8 ou V10 e a vacina contra raiva.

Gatos:

Os filhotes devem ser vacinados a partir dos 2 meses de idade com a vacina tríplice contra panleucopenia, rinotraqueíte, calicivirose, ou quíntupla que também protege contra clamidiose, leucemiafelina.

Aos 3 meses deverá receber um reforço da tríplice ou quíntupla. Aos 4 meses deverá receber outro reforço da tríplice ou quíntupla e a vacina contra raiva;

Após 1 ano de idade, os animais devem repetir anualmente a tríplice ou quíntupla felina e contra raiva uma vez por ano.

Vermifugação:

Os animais devem ser vermifugados a partir de 30 dias de idade (2 ou 3 doses a cada quinze dias) e antes da primeira dose da vacina.

Repetir a vermifugação a cada seis meses.

Alimentação:

Existem no mercado, alimentos próprios para filhotes que devem ser administrados até um ano.

O filhote precisa se alimentar várias vezes por dia em pequenas porções.
Quando adultos devem receber uma ração específica para esta fase. Nesta época podem se alimentar uma ou duas vezes por dia. Sempre deixar uma vasilha com água fresca.

Banho:

O intervalo entre banhos sugerido é de aproximadamente 15 dias.

O banho deve ser evitado em dias muito frios. Recomenda-se que seja feito em dias quentes, nas horas mais quentes do dia, com uso de água morna, sabonete ou xampu neutro.

Cuidado para não deixar entrar água nos ouvidos.

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Vacinação

Fique por dentro!

Assim que você comprar ou ganhar um cachorrinho, convém levá-lo ao Médico Veterinário para uma avaliação geral. Enquanto seu animalzinho não estiver com as vacinas em dia tome cuidado para que ele entre em contato apenas com cães saudáveis e, quando levá-lo na clínica veterinária mantenha-o no colo e distante dos outros cães.

 

 Quadro de vacinação em Cães

  60 dias de idade

 Vacina Octupla - 1ª dose

  90 dias de idade

  Vacina Octupla - 2ª dose

  120 dias de idade

 Vacina Octupla - 3ª dose

1 semana após a aplicação da 3ª dose da óctupla

 Vacina Anti-Rábica

                                                                                                                      OBS: O reforço das vacinas óctupla e Anti-rábica deve ser anual.

 

Veja a seguir as doenças, que são evitadas com a vacinação, e os seus sintomas. Ao menor sinal leve o seu cão a um Médico veterinário, somente ele é capaz de avaliar, diagnosticar e tratar uma doença.

 

CINOMOSE: Enfermidade infectocontagiosa aguda, sub-aguda ou crônica; febril, particular da família canina entre os animais domésticos. Somente o cão. Sua transmissão se dá por vias respiratórias e digestivas. Na fase aguda o vírus é eliminado intensamente e em abundância pela secreção ocular, urina e fezes.

 Manifestação: 

1º. fase - digestiva: em que o animal apresenta vômitos, diarréia, mucosa sanguinolenta, anorexia, temperatura acima de 40ºC.

2º. fase - respiratória: Broncopneumonia intensa, secreções mucosas e senomucosas, que depois passam para purulentas, geralmente por infecções secundárias.

3º. fase - nervosa: Nesta fase aparecem alterações mioclonais ( tic nervoso ), podendo encontrar as três fases ou apenas uma delas. A mais perigosa é a nervosa. Toda vez que suspeitar de cinomose ou leptospirose, a temperatura deverá estar acima de 40 ºC.

 

HEPATITE: Enfermidade infectocontagiosa aguda, causada por vírus resistente ao éter, álcool, clorofórmio e sensível ao formol e calor. Período de encubação: 4 a 9 dias.

Manifestação:

- Animais jovens: morte súbita sem nenhum sinal clínico.

- Primeiro sinal: hipertemia passageira de 24 a 48 horas, temperatura de 40º a 40,5º, caindo logo após; apresenta sede intensa, anorexia, congestão das amígdalas, congestão das mucosas e da faringe, congestão conjuntival (pálpebras vermelhas), congestão da conjutiva nasal e bucal, fotofobia, hemorragias bucais, esquimoses na pele (pinta ou pontos vermelhos). Principalmente na frente (abdômen) e faces internas da coxa e mucosa peniana, dispinéia (dificuldade respiratória) por edema pulmonar (pulmão cheio de líquidos), animais adotam posição de sentar, para aliviar a pressão.

 

LEPTOSPIROSE: Doença infecciosa grave que atinge os homens e os animais, sendo causada por uma bactéria a Leptospira sp presente na urina dos ratos e camundongos. A contaminação se da quando o animal, ou o indivíduo entra em contato com água ou lama que contenha a Leptospira. Esta penetra no organismo através de ferimentos na pele ou mesmo na pele integra quando num contato mais prolongado e também pelas mucosas (boca - nariz - olhos - órgãos genitais).

Manifestação:

- Vômitos e diarréia as vezes com sangue, urina com sangue, icterícia.

 

PARAINFLUENZA: Tosse persistente, e as vezes associado a pneumonia. Esta doença é chamada tosse de canis.

 

PARVOVIROSE: Doença de cães séria e altamente contagiosa, e a infecção se dá pelo Parvovirus Canino que tem um curto período de incubação.

Manifestação:

Os sintomas mais comuns são de morte súbita quando tivermos o modo cardíaco, com depressão e disfunções respiratórias. Vômitos, diarréias e desidratações são os sintomas do modo gastroentestinal que tem como sinal principal fezes sanguinolentas.

 

CORONAVIROSE: Doença viral, com um quadro semelhante à Parvovirose.

 

RAIVA: Doença infecto contagiosa aguda e fatal, caracterizada por sinais nervosos, apresentados por agressividade e por semi-paralisia ou paralisia. Tempo de encubação: pode aparecer de 10 a 90 dias.

 

MANTENHAM AS VACINAS DO SEU PET SEMPRE EM DIA PESSOAL!!

 

 

 

 
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Obesidade canina

Um problema que merece atenção

O mercado já oferece alimentos específicos para cães acima do peso. É cada vez maior o número de cães que estão acima do peso ideal, em torno de 20 a 30% desta população. O excesso de peso pode ocasionar inúmeros problemas ao animal, dentre eles, agravar ou levar à dificuldade respiratória, problemas articulares, dificuldade de cicatrização e diminuição da expectativa de vida.

Oferecer petiscos e alimentação sem controle, além do sedentarismo, são alguns dos fatores que ajudam a engordar. A obesidade é causada por um consumo de energia maior do que o gasto e, por ser cumulativa, é mais comum entre os cães de meia idade.

Para avaliar se o animal é considerado obeso, é preciso observar se está 20% acima do peso ideal. “Além disso, é importante considerar a avaliação da composição corporal, através de uma análise feita por um profissional.

Alimentação – uma dieta balanceada é o primeiro passo para garantir qualidade de vida e evitar problemas com o peso. Por isso, combinar ração com comida caseira exige cuidados: “o maior risco nesta combinação é o desbalanceamento entre os dois tipos de alimentos, o que pode ocasionar um consumo maior de energia”.

Para auxiliar no processo de emagrecimento, é possível encontrar no mercado alimentos específicos para cães obesos. A diferença está em sua formulação – proporciona baixa ingestão de energia e promovem a queima de gordura corporal. Também garantem que o animal receba quantidade adequada de outros nutrientes (proteínas, vitaminas e minerais); possui ingredientes funcionais (como L-Carnitina), além de maiores quantidades de proteína e fibras - que ajudam na perda de massa gorda e na manutenção da massa muscular. “Esta composição faz com que o animal perca peso de forma mais saudável”.

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Leishmaniose

A leishmaniose é uma doença causada por parasitas protozoários, do género Leishmania. Estes parasitas invadem e reproduzem-se dentro das células que fazem parte do sistema imunológico (macrófagos) do animal infectado. Se as Leishmania conseguirem 'enganar' o sistema imunitário do animal, vão multiplicar-se e disseminar- se para a pele (Leishmaniose cutânea) e para os órgãos internos, como a medula óssea, gânglios linfáticos, baço e fígado (Leishmaniose visceral).

A Leishmania é transmitida pela picada de um mosquito muito pequeno chamado flébotomo. Estes mosquitos habitam em locais húmidos, jardins e areais. A época da sua actividade em Portugal situa-se entre Maio e Outubro.

A Leishmaniose é endémica em Portugal, nos países do mediterrâneo e em vários outros países, como o Brasil e a Índia. Endémica significa que é prevalente ou característica de uma determinada região geográfica. Em Portugal está estudada a sua prevalência na região de Trás-os-Montes e Alto Douro, a sub-região da Cova da Beira, o concelho da Lousã, a região de Lisboa e Setúbal, o concelho de Évora e o Algarve. Presume-se que ocorra em outras áreas do Alentejo, além do concelho de Évora, e também em algumas áreas do Ribatejo.

A Leishamniose afecta principalmente os cães, que são o mais importante reservatório da doença, e ainda raposas e outros mamíferos. A Leishmaniose afecta também o Homem. É uma zoonose. A transmissão ao Homem é feita sempre através da picada do mosquito e nunca pelo contacto físico.

Em Portugal, a prevalência da Leishamniose nos cães, em zonas endémicas, pode atingir os 60 a 80%. No entanto, muitos cães são assintomáticos, ou seja, nem todos os cães infectados desenvolvem a doença.

A prevalência da doença em humanos, no nosso país, é muito baixa. Por isso, o risco de convívio com um animal com Leishmaniose é baixo. A prevalência em humanos pode aumentar se aumentar a Leishmaniose nos cães. A Leishamniose começa a ser um problema emergente em pessoas com HIV.

O período de incubação da Leishamniose pode ir desde vários meses a vários anos. A sua evolução é lenta e, por isso, os sintomas aparecem de forma insidiosa.

A doença pode manifestar-se de duas formas, cutânea ou visceral. As duas formas podem ser concomitantes. As lesões de pele podem apresentar-se como falhas de pêlo que não causam, em geral, comichão, descamação cutânea, feridas ulceradas persistentes na margem das orelhas, cotovelos, almofadas plantares e focinho e manifestar-se ainda nas unhas, que crescem exageradamente.

A forma sistémica ou visceral afecta os órgãos internos. Os animais perdem peso, apesar de, por vezes, manterem um apetite normal; apresentam atrofia muscular; podem apresentar lesões oculares ou perda de sangue nasal. Quando os rins são afectados, os animais começam a urinar mais do que o normal e a beber mais água, devido ao desenvolvimento de uma insuficiência renal. Esta condição é, em geral, a causa de morte nesta doença.

Os exames de diagnóstico mais usados são a serologia (titulação de anticorpos no sangue) e a punção aspirativa de um gânglio linfático ou da medula óssea.

O tratamento da Leishamniose é obrigatório por lei, para evitar a sua transmissão ao Homem. Quando não é tratada, a doença conduz à morte do animal. Os tratamentos mais usados são a administração de injeções ou uma solução oral, que matam o parasita, e o uso de comprimidos que evitam a sua multiplicação. Pode ser necessário o uso de comprimidos para toda a vida. Tal como na malária humana, o tratamento nunca elimina a doença por completo. Podem ocorrer recidivas. Porém, muitos animais têm um bom controlo da doença e um bom prognóstico quando tratados atempadamente.

Para prevenir esta doença, devem usar-se produtos repelentes de insetos nos animais, como coleiras, sprays ou spot-on (pipetas) de aplicação tópica na pele. Aconselha-se que os animais sejam recolhidos para dentro de casa, nas horas de maior atividade do mosquito (desde o entardecer até ao amanhecer). Os rastreios anuais permitem um diagnóstico precoce da doença. Quanto mais cedo esta for diagnosticada, maior será a probabilidade de se obter um bom resultado com o tratamento. Ainda não existe na Europa uma vacina contra a Leishmaniose.

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O chocolate é venenoso para meu cão ou gato?

Você talvez já tenha ouvido falar que o chocolate mata cachorros e gatos.

Isso faz sentido? Se eu posso comer chocolate, por que meu cachorro não pode?

Os cachorros e as pessoas são diferentes em várias coisas. Por exemplo, os cachorros podem correr na neve o dia inteiro descalços e isso não lhes traz nenhum problema. As pessoas, por outro lado, podem correr descalças na neve por 30 segundos antes de o pé começar a doer. E há várias outras diferenças.

Acontece que um composto químico chamado teobromina, existente no chocolate, é um problema para os cachorros. A teobromina é semelhante à cafeína. A teobromina é tóxica para um cachorro quando ele ingere de 100 a 150 mg por quilograma de seu peso corporal.

Tipos diferentes de chocolate contêm quantidades diferentes de teobromina: embora fossem necessários 600 ml de leite achocolatado para matar um cachorro de nove quilos, uma quantidade de apenas 56 gramas de chocolate ou 170 gramas de chocolate amargo já seriam suficientes para levar esse mesmo cachorro desta para melhor. Não é difícil para um cachorro achar uma cesta cheia de ovos de Páscoa ou docinhos de chocolate e devorar meio quilo ou um quilo de uma vez só.Se estivermos falando de um cachorro pequeno, isso será letal.

O fato é que envenenamento por chocolate não é tão incomum quanto parece. Para um ser humano, a cafeína é tóxica em níveis de 150 miligramas por quilograma de peso corporal. O mesmo vale para cachorros! Nós geralmente pesamos muito mais do que cachorros, mas não é tão difícil crianças pequenas terem problemas com cafeína ou chocolate se exagerarem na dose.

Os bebês são especialmente vulneráveis porque não eliminam a cafeína da corrente sangüínea tão rapidamente quanto os adultos. Assim, se você suspeitar que seu cão comeu uma quantidade excessiva de chocolate, é melhor procurar um veterinário.

Os gatos também não podem comer chocolate, porque contém ácido oxálico que impede a absorção de cálcio. Além disso, contém teobromina, um alcalóide tóxico para felinos.

Portanto pessoal, nada de ficar com dó do seu bichinho com aquela cara de pidão para o seu chocolate e dar só “um pedacinho”! Para o bem dele, coma você o seu chocolate feliz e contente e dê um petisco próprio para seu cãozinho ou gatinho.

 

Fonte: http://casa.hsw.uol.com.br/questao348.htm

 

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Gripe Canina

A gripe canina, conhecida também como traqueobronquite infecciosa canina, é uma doença contagiosa.

Ao contrário do que se pensa, não é necessário o cachorro ter contato com outros cães para pegar a gripe.

Lógico que, em um ambiente onde exista uma população muito grande de indivíduos em um espaço pequeno, a chance desta doença aparecer é bem maior.

Infelizmente, esses microorganismos infecto-contagiosos não respeitam e não possuem consciênca de barreira natural. Se eles puderem, irão atravessar rios, oceanos e florestas!

A única forma de prevenir esta doença é através de vacina específica.

O problema desta doença é que os sintomas iniciais são semelhantes a outras doenças. No início, por não fazer com que o paciente deixe de comer ou altere seu comportamento, também não irá incomodar seus responsáveis e, consequentemente, quando resolvem levá-lo para avaliação clínica, a doença já está bastante desenvolvida (podendo ter quadros de pneumonia ou bronquites).

Não espere isto ocorrer! Qualquer alteração, leve-o imediatamente para o médico veterinário.

O custo da vacinação é MUITO menor quando comparado aos custos para fazer o seu pet ficar saudável novamente.

 

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